Eu assisti a esse filme, assim, meio sem perspectiva de achá-lo bom. E quer saber? Adorei.
Uma joia rara, escondida nos escombros de um canal de TV a cabo.
É uma história sutil de amor entre músicos, um amor que não é preciso falar, ou demonstrar com atitudes íntimas, apelativas. É um amor que envolver música, paixão e compreensão. Muito lindo e comovente.
O nome dele em português é "Apenas uma vez". Até que acho que eles não forçaram muito na tradução. Enfim, maravilhoso!
Admito que tive um pouco de receio, por ser um musical, e tal. Mas daí eu lembrei que se eu ficasse sempre com esse preconceito, não teria assistido ao Dirty Dancing ou Moulin Rouge, de que tanto gostei !
Abaixo, eu posto uma rápida sinopse de um todo, feita pela Wikipedia.
Once (br: Apenas Uma Vez) é um filme musical irlandês de 2007 escrito e dirigido porJohn Carney. Rodado em Dublin, Irlanda, este drama naturalista é estrelado pelos músicos Glen Hansard (da popular banda de rock irlandesa "O Frames") e Markéta Irglová (compositora e instrumentista nascida na República Checa).
Para aqueles que são amantes de cinema, vale mesmo.
Deixo aqui alguns links da trilha sonora:
http://www.youtube.com/watch?v=8MgPqYKG2y4 - When your mind is made up
http://www.youtube.com/watch?v=RwQP3tL6ba4&feature=related - Lies
http://www.youtube.com/watch?v=VBLDP0Etp3Y - If you want me
http://www.youtube.com/watch?v=FkFB8f8bzbY - Falling Slowly
Próximo filme: "Melancolia".
Em breve, postarei sobre ele também.
domingo, 14 de agosto de 2011
sábado, 13 de agosto de 2011
Liberdade
As esperanças se renovam, assim como meus sonhos.
Tanta coisa nova, tanto sentimento nunca antes experimentado, nunca antes sentido. Uma leveza que chega a ludibriar a dor e a solidão de não mais pertencer àquele esquecido lugar.
Fé, sensação de justiça e dever cumprido.
As pessoas vêm e vão e hoje eu sei que não mais procuro motivos para viver a minha vida, não mais procuro os porquês. Não saber de tudo me basta. Ficar com a dúvida me basta. Acho que parei de questionar. E, com isso, aos poucos vou aprendendo a viver. A aceitar os erros alheios e os meus também. Creio que o maior perdão tenha que vir de dentro para fora, não ao contrário. Pois se você não é capaz de se perdoar, não o fará por mais ninguém e ninguém o fará por você.
Eu estou assim, ansiosa por sentir o vento batendo no meu rosto, e esvoaçar o meu cabelo.
Liberdade não é ser solto no mundo e sozinho. Liberdade é poder escolher qualquer outra coisa, mas optar pela regularidade de uma vida tranquila e estável, se é isso que vai te fazer feliz.
*FreeDom*
Tanta coisa nova, tanto sentimento nunca antes experimentado, nunca antes sentido. Uma leveza que chega a ludibriar a dor e a solidão de não mais pertencer àquele esquecido lugar.
Fé, sensação de justiça e dever cumprido.
As pessoas vêm e vão e hoje eu sei que não mais procuro motivos para viver a minha vida, não mais procuro os porquês. Não saber de tudo me basta. Ficar com a dúvida me basta. Acho que parei de questionar. E, com isso, aos poucos vou aprendendo a viver. A aceitar os erros alheios e os meus também. Creio que o maior perdão tenha que vir de dentro para fora, não ao contrário. Pois se você não é capaz de se perdoar, não o fará por mais ninguém e ninguém o fará por você.
Eu estou assim, ansiosa por sentir o vento batendo no meu rosto, e esvoaçar o meu cabelo.
Liberdade não é ser solto no mundo e sozinho. Liberdade é poder escolher qualquer outra coisa, mas optar pela regularidade de uma vida tranquila e estável, se é isso que vai te fazer feliz.
*FreeDom*
terça-feira, 5 de julho de 2011
death ..
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
Mario Quintana
Morte dos sonhos
sonhados ?!
Das crenças desfeitas,
Da fé já não mais existente.
De uma vida esquecida,
De memórias em vão,
De uma vida morta,
De uma morte viva.
Neyre
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
Mario Quintana
Morte dos sonhos
sonhados ?!
Das crenças desfeitas,
Da fé já não mais existente.
De uma vida esquecida,
De memórias em vão,
De uma vida morta,
De uma morte viva.
Neyre
quarta-feira, 15 de junho de 2011
uma nova dor
Dor;
(Mais dor)
(Mais dor, muita dor)
Hoje encontro-me nessa falta de estabilidade, incapaz de decidir pelo certo.
Queria que fosse fácil esquecer, perdoar e esquecer (de novo).
Só quero que passe,
Só por hoje e por todos os outros dias que virão.
Eu tô cansando..
Confusão mental;
(Mais dor)Quebra;
Destruição;Fragmentação;
Rompimento;(Mais dor)
Desilusão;
Descrença;Decepção;
Hoje encontro-me nessa falta de estabilidade, incapaz de decidir pelo certo.
Queria que fosse fácil esquecer, perdoar e esquecer (de novo).
Só quero que passe,
Só por hoje e por todos os outros dias que virão.
Eu tô cansando..
Cansada..
Cansada..
Cans..
E sinto como se tudo desmoronasse..
segunda-feira, 13 de junho de 2011
My faith
Eu disse que não deixaria mais de postar, pois bem. Aqui estou.
Vou deixar aqui registrado tudo que gostaria de ter por hoje, em um mantra, quase. Oração linda, canção linda. Admito que sou grande fã do Roberto.
"Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão
Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus."
Vou deixar aqui registrado tudo que gostaria de ter por hoje, em um mantra, quase. Oração linda, canção linda. Admito que sou grande fã do Roberto.
"Cubra-me com seu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas e a dor me faz suportar
Que as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos me ajude a passar
Se ficaram mágoas em mim
Mãe tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer, peço perdão
Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim minha Mãe, junto a Jesus."
Lord, take care of me..
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Come back to reality
Eu acho que vou voltar a postar. Eu preciso!
Eu preciso sentir de novo aquela tão conhecida (esquecida) paz que costumava encontrar em postar.
É como se o mundo estivesse desmoronando dentro de mim, em câmera lenta. É como se eu visse todo um sonho se desfazendo em uma névoa densa e clara. É como se eu estivesse perdida nos labirintos da minha essência, dividida entre o querer e poder, entre o dever e a vontade de me deixar levar.
Se eu pudesse sumir, mesmo que por um minuto, para não ter essa atmosfera pesada, para não ter esses medos que me assolam, eu o faria. Eu queria mesmo poder trasncender e olhar tudo sob um aspecto diferente.
Gostaria de acreditar piamente de que o que vale na vida é ser feliz, não importa como, quando, e quais abdicações você irá fazer pela sua felicidade.
A dúvida de aceitar certos atos e perdoar certas atitudes está presente quando tudo isso vai contra os seus princípios, e suas vontades enquanto ser humano. Afinal, você tem o direito de sofrer o quanto precisar para crescer com isso, você precisa chegar ao final para subir outra vez. Você precisa cair e levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.
Leve o tempo que precisar, faça do jeito que mais lhe convém, mas não siga em frente se a mágoa for tão grande que não te deixe desprender dos pesares.
Just do do it, if you really have to.
Eu preciso sentir de novo aquela tão conhecida (esquecida) paz que costumava encontrar em postar.
É como se o mundo estivesse desmoronando dentro de mim, em câmera lenta. É como se eu visse todo um sonho se desfazendo em uma névoa densa e clara. É como se eu estivesse perdida nos labirintos da minha essência, dividida entre o querer e poder, entre o dever e a vontade de me deixar levar.
Se eu pudesse sumir, mesmo que por um minuto, para não ter essa atmosfera pesada, para não ter esses medos que me assolam, eu o faria. Eu queria mesmo poder trasncender e olhar tudo sob um aspecto diferente.
Gostaria de acreditar piamente de que o que vale na vida é ser feliz, não importa como, quando, e quais abdicações você irá fazer pela sua felicidade.
A dúvida de aceitar certos atos e perdoar certas atitudes está presente quando tudo isso vai contra os seus princípios, e suas vontades enquanto ser humano. Afinal, você tem o direito de sofrer o quanto precisar para crescer com isso, você precisa chegar ao final para subir outra vez. Você precisa cair e levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.
Leve o tempo que precisar, faça do jeito que mais lhe convém, mas não siga em frente se a mágoa for tão grande que não te deixe desprender dos pesares.
Just do do it, if you really have to.
(...) Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
Se transforme na calma e na paz que eu mereço;
E que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada;
Porque metade de mim é o que penso
Mas a outra metade é um vulcão...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Fucking brilliant, isn't it ?
Daí você se dispõe e se anula e aceita todos os castigos porque ainda não sentiu aquela paz que vem quando se faz a coisa certa.
A pergunta é: Será que ainda não é o certo a se fazer? Ou será que só estamos pecando na forma de fazer?
Estou cheia, estou por aqui de perguntas sem respostas.
Um dia eu vou levantar, pegar as coisas e partir levando a poeira, sem olhar pra trás.
Eu não quero ter arrependimentos de não ter tentado mais ou de uma forma melhor. Mas quer saber? Estou chegando no limite das tentativas frustradas.
Quando um não quer, dois não fazem.
A pergunta é: Será que ainda não é o certo a se fazer? Ou será que só estamos pecando na forma de fazer?
Estou cheia, estou por aqui de perguntas sem respostas.
Um dia eu vou levantar, pegar as coisas e partir levando a poeira, sem olhar pra trás.
Eu não quero ter arrependimentos de não ter tentado mais ou de uma forma melhor. Mas quer saber? Estou chegando no limite das tentativas frustradas.
Quando um não quer, dois não fazem.
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